Jesus Cristo era o messias prometido?

Um conceito do Judaísmo, o Messias (hebreu משיח Māšîªħ, Mashíach, Mashíyach ou hammasiah, "O consagrado"; a forma Asquenazi é Moshiach; a forma aramaica é mesiha) refere-se, principalmente, à profecia da vinda de um humano descendente do Rei David, que irá reconstruir a nação de Israel (Deus deu a terra de Israel aos descendentes de Jacó, neto de Abraão) e restaurar o reino de David, trazendo desta forma a paz ao mundo. O tema do Rei vindouro, o Messias, é introduzido quando Deus, Javé, o Deus de Israel, inventado pelos judeus, estabelece uma aliança perpétua com Davi e seu reino. Pela sua vitória sobre todos os inimigos de Israel, pela sua humildade e compromisso com o Senhor, pelo seu zelo a favor da casa de Deus e pela associação dos ofícios de profeta, sacerdote e rei na sua pessoa, Davi é um precursor da Raiz de Jessé, Jesus Cristo. Mas Jesus desconsiderou todos os descendentes de Davi! E mais, todos os descendentes de Jesus sumiram da história não existindo nenhum parente desta linhagem!
Jerusalém foi fundada pelo rei Davi há 3000 anos atrás. A Bíblia se refere a Jerusalém como "cidade de Davi" por mais de 40 vezes. Lá Deus estabeleceu o trono de Davi para sempre, e desse trono o Messias, o Rei dos judeus, descendente de Davi, deve reinar sobre Israel e sobre o mundo (2 Cr 6.6; 33.7; 2 Sm 7.16; Sl 89.3,4,20,21,29-36, etc.). Na Bíblia, Jerusalém é citada mais de 800 vezes e é peça central nos planos de Deus. Lá Ele colocou Seu nome para sempre.
Davi bateu-se em demasia contra os sobitas e filisteus, contra os amonitas e os sírios, além de outros povos. Nunca foi intenção a paz e a prosperidade dos não judeus!
Os cristãos, com algumas exceções, consideram que Jesus Cristo é o Messias, bem como o Filho de Deus e uma das três Pessoas da Trindade, doutrina que foi confirmada terminologicamente, a título dogmático, no Concílio de Niceia de 325 d.C.. A palavra "Cristo" (em grego Χριστός, Christós, "O Ungido" ou "O Consagrado") é uma tradução para o grego do termo hebraico "mashiach". No entanto, nenhum reconhecimento ocorreu pelos reais herdeiros de Davi, os rabinos judeus, herdeiros da religião de Javé e mensageiros do Deus judeu!
No Velho Testamento, a palavra específica Messias aparece apenas duas vezes: em Daniel 9:25 e 26, quando um anjo anuncia ao profeta Daniel que o Messias surgiria e seria morto 62 semanas proféticas após a reedificação de Jerusalém, antes da cidade e do templo serem novamente destruídos.
No Novo Testamento, a palavra grega Μεσσίας (Messias) está registrada também apenas duas vezes: em João 1:41, quando o André contou a seu irmão Pedro que recém haviam encontrado o Messias (que traduzido é o Cristo), e em João 4:25, onde uma mulher samaritana comenta com Jesus que sabia que o Messias (que se chamava Cristo) estava vindo, e que quando viesse, nos anunciaria tudo, ao que Jesus prontamente lhe respondeu: "Eu o sou, eu que falo contigo".
O messias foi prometido para o povo judeu por Javé ….. para re-impor os judeus no poder terreno recriando o Reino de glória material do Rei Davi na sua capital, Jerusalém. Nunca houve sentido para os gentios a espera ou a noção de um messias nunca prometido ou que fizesse sentido. Não faz sentido o reino de Davi para os não judeus. Ainda mais quando estes foram alixados deste reino pelos cristãos!
Rei Davi era um rei guerreiro por excelência e não um rei devoto, solidário ou fraterno como outors povos. Isto nunca foi desejo do Povo de Deus, e a sua missão nunca foi converter os não escolhidos, os povos gentios, os que não pertenciam as doze tribos de Israel.
Jesus não só não colocou o Reino de Davi novamente no Poder, como ainda seus seguidores se dedicaram a perseguir sem descanso ao povo judeu impondo todo o tipo de humilhação e crueldade. Jerusalém nunca foi uma terra dominada pelo catolicismo e nem pelos cristãos, supostos donos do messias prometido pelo antigo-testamento, surrupiado do povo judeu pelos cristão!
O cristianismo na verdade se transforma no império Romano, e a igreja cristã passa a ser a Igreja Católica Apostólica Romana, que igualmente persegue por todo o seu reino o povo judeu! Apesar de alegar a perseguição pelos romanos, os cristãos não tiveram aceitação em Jerusalém e no oriente-médio nesta época.
O reino católico passa a ser construído na base da força do crê ou morre, do ferro e fogo para destruir todos que não se dobrem e eliminando os divergentes (já iniciado entre Ismael filho de uma mulher escrava (Gênesis 16:1-6) e Isaque, o filho prometido que herdaria as promessas feitas a Abraão (Gênesis 21:1-3)) por mais de mil anos. Apenas depois da reforma que aparecem divergentes com força para se manterem vivos, o que cria as guerras religiosas entre católicos, huguenotes, calvinistas e luteranos num mar de mortes sem fim. O Reino de Jesus foi aquele de mil anos de trevas da história conhecida por Idade Média. Seguido dos séculos de guerras religiosos que se seguiram. O braço deste reino leva a morte, destruição e doenças pela palavra de Deus as Américas.
Deus parece muito perturbado ao revelar aos cristãos um coisa diferente do que combinara com os judeus, e outra completamente diferente com o que combinou por último com os árabes, na pessoa de Abulqasim Mohamed ibn Abdala ibn Abd al-Mutalib ibn Hashim, do seu profeta Maomé (29 de agosto de 570 – 8 junho de 636)! Povo que também tomou posse das escrituras do povo judeu para dizer que eram seus, e eles os verdadeiros herdeiros! Fora as milhares de seitas judaicas, cristãs e islâmicas que se dizem serem a verdadeira! Todas pregando a paz, mas fazendo a guerra incessantemente entre as outras religiões e sem quartel aos seus próprios divergentes!
Neste mesmo sentido do Roubo do Deus dos Judeus:
O MESSIAS JUDEU E O MESSIAS CRISTÃO