22.12.07
Insanidade não tem dono!
20/05/2007 12:23
Segunda-feira 4 de julho, em Amã (Jordânia), as maiores autoridades espirituais sunitas e xiitas e 180 entre os mais importantes acadêmicos e religiosos de 40 países islâmicos emitiram uma fatwa (edito religioso), que pode representar uma reviravolta inédita no mundo islâmico.
A fatwa de Amã (que poderíamos chamar de «mãe de todas as fatwas», com hipérbole árabe) condena e proíbe quem quer que seja de emitir uma fatwa sem ser autoridade religiosa reconhecida e autorizada. Isso quer dizer, por exemplo, que as (muitas) fatwas lançadas por Osama bin Laden, Zarqawi e seus pares, convocando os muçulmanos do mundo inteiro a matar os «Cruzados», mesmo sendo mulheres e crianças, daqui para a frente não têm valor algum para os crentes muçulmanos.
Religiões, ao contrário de governos, não possuem donos! Caso do cristianismo que nasceu de um judeu condenado pelos judeus por profanar o templo e se dizer filho de Deus! Criou uma religião com base no judaísmo para os que não eram o povo escolhido Dele! Assim, estas condenações não possuem efeito nenhum, como não tem efeito o Papa condenar a luta de cristãos no mundo! Saíram por este meio várias derivações cristãs que passaram séculos se matando pela verdade e intolerância! Cada qual se acha o representante verdadeiro, e os fundamentalistas, de todas as religiões, se consideram os verdadeiros representantes dos seus deuses na terra! Ninguém é dono da loucura para mandar na loucura dos outros!
A ex-premiê paquistanesa e líder da oposição Benazir Bhutto acusou neste domingo algumas das madrassas [escolas religiosas] do país de transformarem crianças em "terroristas".
"Há madrassas que ensinam seus alunos a fazer bombas e a usar rifles para matarem mulheres e crianças", acusou Bhutto, falando a cerca de 25 mil pessoas perto de Larkana (sul), sua cidade natal.
"O extremismo vem ganhando força em áreas tribais, e a ilegalidade se espalha pelo país".
O governo saudita confirmou neste domingo a detenção de 28 supostos membros da rede Al Qaeda que planejavam realizar atentados terroristas durante a peregrinação dos muçulmanos à cidade de Meca por ocasião da festividade de Eid al Adha [Festa do Sacrifício].
Segundo um comunicado do Ministério do Interior, os detidos são quase todos sauditas, com exceção de uma pessoa, cuja nacionalidade não foi revelada, embora acredite-se que seja de um país árabe. As detenções ocorreram em diversas cidades, incluindo Meca e Medina.

"Acabamos com um ativo muito valioso dos Estados Unidos, que tinha jurado derrubar os mujahedin", diz Yazid
Efe
ROMA - Um dirigente da Al Qaeda no Afeganistão, Mustafá Abu al-Yazid, reivindicou a responsabilidade pelo assassinato da ex-primeira-ministra do Paquistão Benazir Bhutto, em nome da organização terrorista, informou a agência de notícias "Adnkronos International" ("AKI").
"Acabamos com um ativo muito valioso dos Estados Unidos, que tinha jurado derrubar os mujahedin", disse Yazid por telefone a correspondente da agência na cidade paquistanesa de Karachi.
A notícia da "AKI", agência com sede em Roma e que divulga suas informações em árabe, inglês e italiano, acrescenta que o "número dois" da Al Qaeda, o egípcio Ayman al-Zawahiri, decidiu assassinar Bhutto, em outubro.








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