Mordaz

Este espaço tem uma visão crítica da ciência, do humanismo e do laicismo como base para as relações do homem com a natureza e das relações dos homens entre si. Este tripé é a base das relações sociais que devem ser usadas.

22.9.07

Uma voz de lucidez

BIN LADEN É CRITICADO POR SEU MENTOR SAUDITA 
Um dos mais proeminentes mentores sauditas de Bin Laden o censurou publicamente por provocar desordem e matança generalizadas

Fawaz A. Gerges*                   
Em Nova York

Depois que Osama Bin Laden reapareceu nas telas dos televisores do mundo no sexto aniversário do 11 de setembro, os comentários se concentraram na sua barba recém-tingida de preto e na modificação da sua mensagem. Mas o mais importante foi a reação de um clérigo saudita.

Em uma carta aberta, um dos mais proeminentes mentores sauditas de Bin Laden, o pregador e acadêmico Salman al-Oadah, censurou publicamente o líder da Al Qaeda por provocar desordem e matança generalizadas.
"Quantas crianças inocentes, pessoas idosas e mulheres foram mortas em nome da Al Qaeda?", questionou al-Oadah em uma carta no seu website, Islamtoday.com, e em comentários feitos em uma rede árabe de televisão. "Quantas pessoas foram obrigadas a abandonar as suas casas, e quanto sangue foi derramado em nome da Al Qaeda?".

Al-Oadah é um proeminente pregador salafi (adepto do salafismo, um movimento puritano fundamentalista do islamismo) que conta com vários seguidores na Arábia Saudita e no exterior. Na década de 1990 ele foi preso pelo regime saudita, juntamente com quatro importantes clérigos, por ter criticado o relacionamento estreito entre o reino árabe e os Estados Unidos, e especialmente a presença de tropas norte-americanas na Arábia Saudita após a Guerra do Golfo de 1991.

Vale a pena observar que a decisão de estacionar forças norte-americanas na Arábia Saudita, o berço do islamismo, foi o catalizador da jornada assassina de Bin Laden. No decorrer da década de 1990, ele citou freqüentemente al-Oadah - assim como outros salafis que compartilhavam a sua rígida postura religiosa e visão de mundo - como um crítico da família real saudita.

 Em Nova York Depois que Osama Bin Laden reapareceu nas telas dos televisores do mundo no sexto aniversário do 11 de setembro, os comentários se concentraram na sua barba recém-tingida de preto e na modificação da sua mensagem. Mas o mais importante foi a reação de um clérigo saudita. Em uma carta aberta, um dos mais proeminentes mentores sauditas de Bin Laden, o pregador e acadêmico , censurou publicamente o líder da Al Qaeda por provocar desordem e matança generalizadas. "", questionou em uma carta no seu website, Islamtoday.com, e em comentários feitos em uma rede árabe de televisão. "". Al-Oadah é um proeminente pregador salafi (adepto do salafismo, um movimento puritano fundamentalista do islamismo) que conta com vários seguidores na Arábia Saudita e no exterior. Na década de 1990 ele foi preso pelo regime saudita, juntamente com quatro importantes clérigos, por ter criticado o relacionamento estreito entre o reino árabe e os Estados Unidos, e especialmente a presença de tropas norte-americanas na Arábia Saudita após a Guerra do Golfo de 1991. Vale a pena observar que a decisão de estacionar forças norte-americanas na Arábia Saudita, o berço do islamismo, foi o catalizador da jornada assassina de Bin Laden. No decorrer da década de 1990, ele citou freqüentemente - assim como outros salafis que compartilhavam a sua rígida postura religiosa e visão de mundo - como um crítico da família real saudita.

                                                  

Embora al-Oadah e outros importantes estudiosos do islamismo tenham condenado os ataques de 11 de setembro de 2001, até o momento eles vinham evitando fazer críticas diretas a Bin Laden.

Mas agora, com o novo ataque frontal de al-Oadah a Bin Laden, não existe mais qualquer ambigüidade.

Na sua declaração, al-Oadah responsabiliza Bin Laden pessoalmente pela ocupação das terras muçulmanas no Afeganistão e no Iraque, pelo deslocamento de milhões de iraquianos, pelo assassinato de milhares de afegãos, por iludir os jovens muçulmanos e por macular a imagem do islamismo e dos muçulmanos em todo o mundo.

"Você estará feliz ao encontrar-se com Alá tendo este fardo pesado sobre os ombros?", perguntou al-Oadah a Bin Laden. "É um fardo realmente pesado - pelo menos centenas de milhares de pessoas inocentes, ou mesmo milhões, deslocadas de suas moradias ou mortas. E tudo isso devido aos ‘crimes’ contra civis perpetrados por Bin Laden no 11 de setembro".

Al-Oadah também lembrou ao seu ex-discípulo que o islamismo proíbe que se mate qualquer pássaro ou animal, e o que dizer de "pessoas inocentes, independentemente da justificativa apresentada".

A carta aberta a Bin Laden foi bastante divulgada na mídia árabe, incluindo a rede Al Jazeera e o site Islamonline.com, e já provocou reações iradas de pessoas que apóiam a Al Qaeda.

De fato, o ataque contra Bin Laden e o seu grupo por parte de uma autoridade religiosa respeitada é letal, especialmente por ter sido desfechado em um momento crítico para a Al Qaeda e facções militantes assemelhadas em todo o mundo.

 

criado por bandarra    11:41 — Arquivado em: Fundamentalismo

8.9.07

A humanidade não considera o Catolicismo verdade

08/09/2007 - 08h53
Ocidente está em crise e é "incapaz da verdade", diz Bento 16 

 
da Efe, em Mariazell (Áustria)

O papa Bento XVI disse neste sábado que o Ocidente, e especialmente a Europa, está em crise porque é incapaz da verdade, e por isso é impedido de saber distinguir entre o bem e o mal, e se resignou.

O sumo-pontífice acrescentou que, se para um homem não existe uma verdade, este não pode distinguir entre o bem e o mal, e então as grandes descobertas da ciência se tornam ambíguas, "já que podem abrir perspectivas importantes para o bem do homem ou ser uma terrível ameaça".

Bento 16 fez estas declarações na homilia pronunciada diante de cerca de 30 mil pessoas que assistem no santuário de Mariazell, cerca de 150 quilômetros ao sudeste de Viena, à missa solene que oficia por ocasião dos 850 anos da fundação deste templo, centro do catolicismo da Europa Central.

O papa afirmou que a fé cristã é decididamente contra a resignação que considera o homem incapaz, "como se esta fosse grande demais para ele".

CINCO SEXTOS DA HUMANIDADE NÃO CONSIDERA O CATOLICISMO VERDADEIRO! AFINAL, ESTE NÚMERO DE FIÉIS CONSEGUIDOS AS CUSTAS DE CONVERSÃO A FERRO E FOGO NÃO MOSTRA UMA VERDADE!

  Arco de Constantino

Com a adesão de Constantino e de Flavius Theodosius, o cristianismo se torna oficial, criando o atual Catolicismo, passando a perseguir a ferro e fogo todos os não crentes e divergentes!

Conversão das Cruzadas a ferro e fogo!

Inquisição, o FALSO imposto a ferro e fogo contra a toda e qualquer VERDADE!

A conquista (butim) da América, o Catolicismo servindo de justificativa para destruir populações e vidas hereges!

 Massacre da Noite de São Bartolomeu

As perseguições religiosas aos que lutaram contra as mentiras do catolicismo fomentaram as Guerras Religiosas pela intolerância contra os protestantes!

O Crescimento destas religiões não se deu pela Palavra de um hipotético Deus, mas pela intolerância, destruição dos diferentes e divergentes, e o controle das forças dos estados numa associação criminosa!

 

Nem as sucessivas derrotas convenceu os Católicos que nunca andaram com Deus!

criado por bandarra    9:39 — Arquivado em: humanismo

6.9.07

A porposta de Pascal será coerente?

A Aposta de Pascal                               

‘Ou Deus existe ou não existe.’
Mas qual das alternativas devemos escolher?
A razão não pode determinar nada:
existe um infinito caos a nos dividir.
No ponto extremo desta distância infinita,
uma moeda está sendo girada
e terminará por cair como cara ou coroa.
Em que você aposta?

“Não é melhor aceitar Jesus pois na pior situação nada se perde e na melhor, pode-se ir ao Céu? Já quem nega Jesus, nada ganha e corre o risco de ir para o inferno”.

Blaise Pascal, Pensamentos (edição póstuma, 1844)

 (ex-cristão! por que não?)

As três múmias conhecidas como Crianças de Llullaillaco, descobertas em 1999 no topo de um vulcão da Argentina, serão exibidas a partir desta quarta-feira no Museu de Arqueologia de Alta Montanha, na província de Salta (norte do país).

As três "valiosas" peças arqueológicas de 500 anos de idade terão sua primeira mostra após um ato oficial de "apresentação mundial".

 

A Donzela, a Menina do Raio e o Menino foram achados em março de 1999 no topo do vulcão Llullaillaco, nos Andes, a 6.739 metros de altitude. Com as múmias havia mais de 150 objetos, também exibidos no museu da cidade de Salta, 1.510 quilômetros a noroeste de Buenos Aires.

Sacrifício

Segundo os pesquisadores que estudaram as peças, as Crianças do Llullaillaco foram sacrificadas numa oferenda dos incas a seus deuses, numa cerimônia chamada de Capacocha.

Escolhidas por sua perfeição física e por sua condição política e social, as crianças foram conduzidas ao alto do vulcão, o "ponto mais próximo do Sol", para se transformarem em deuses atentos e protetores das comunidades sob o império inca. É o túmulo inca mais alto já encontrado.

A Donzela, de cerca de 15 anos.

O Menino, de 7 anos

A Menina do Raio, de um pouco mais de 6 anos.

PODE-SE PERDER TUDO PELA FÉ, AFINAL, E VIRAR UMA "PEÇA" DE MUSEU DO ABSURDO!

criado por bandarra    20:31 — Arquivado em: humanismo

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