Religiões desejam convencer as pessoas do seu poder e do seu acerto verdadeiro. Para isto os religiosos aconselhavam, faziam previsões, faziam sacrifícios humanos, escorchavam os animais para ler nas suas entranhas coisas que só eles podiam saber pelo seu contato verdadeiro com o outro lado.
De acordo com a Historia Ecclesiae (“História da Igreja”), o Imperador viu a visão na Gália a caminho de Roma, muito antes da batalha com Magêncio: a expressão como é dada foi “εν τούτω νίκα” – literalmente, “Nisto, vence!”.
Numa posterior memória hagiográfica do Imperador que Eusébio escreveu depois da morte de Constantino (“Na Vida de Constantino” 337-339), a visão miraculosa viera quando os exércitos rivais se encontraram na Ponte Mílvia. Nesta versão posterior, o Imperador ponderara a questão lógica de infortúnios que caem sobre exércitos que invocam a ajuda de diversos deuses diferentes, e decidiu procurar ajuda divina na batalha que se avizinhava no Único Deus. Ao meio-dia Constantino viu uma cruz de luz sobre o Sol. Junto a ela vinha o dito In hoc signo vinces. Não só Constantino, mas todo o exército vira o milagre.
Estranho Cristo do amor, do perdão, da alegada fraternidade inspirar um imperador a praticar mortes para se manter no poder. Ainda mais que o Imperador passa a perseguir os não cristão com intolerância e eliminação dos hereges. No entanto é o que o Catolicismo fez na sua história de intolerância e opressão em nome de Cristo!
O Panteão de Roma foi construído em 27 a.C., durante a República Romana, durante o terceiro consulado de Marco Vipsânio Agripa. O Panteão nasceu do seu desejo de fundar um templo dedicado a todos os deuses, num gesto ecumênico ou sincretista que abarcasse os novos povos sob a dominação do Império Romano, já que estes ou não adoravam os antigos deuses romanos ou (o que acontecia cada vez mais) adoravam-nos sob outras designações, adotando deuses estrangeiros.
Cristianismo, em 391, foi declarado religião oficial do estado pelo imperador Theodosius I, que suprimiu o culto tradicional do Sol Invicto. Comemorado em 25 de desembro, como o nosso natal, na data que Jesus certamente NÃO nasceu. Assim como o pata adotou a Mitra, símbolo da religião Mitra!
Em 608, o imperador bizantino Focas ofereceu o edifício ao Papa Bonifácio IV que o consagrou, em 609, como igreja cristã dedicada a Santa Maria e Todos-os-Santos (Mártires) - nome que mantém atualmente. Acabara com o cristianismo a tolerância do passado.
A alegação de milagres, ato ou acontecimento fora do comum, inexplicável pelas leis naturais, sempre foram utilizados pelos que tentam coaptar adeptos de suas crenças. "uma transgressão de uma lei da Natureza pela vontade de uma Divindade, ou a interposição de um agente invisível." (Hume) Um fenômeno que se perde na memória da história! Assim, acreditar em autoridades e testemunhas é muito pouco para se basear. Todas as religiões, embusteiros e charlatões prometem milagres e usam seu testemunho como prova. Até mesmo pregistitadores fazem milagres em sessões espíritas e em praça pública iludindo os crentes sempre dispostos a se livrarem do seu dinheiro e darem seus testemunho de fé para engodos evidentes.
Médicos seriam mais confiáveis? Se apenas este fato fosse verdadeiro, quanta bobagem, falsos tratamentos e medicamentos inúteis e caros deveriam ser aprovados apenas por isto. Temos médicos jurando a ação da homeopatia e da terapia das vidas passadas. Médicos que referendam o embusteiro Arigó (já falecido) e cirurgias do Dr Fritz.
Mentir é muitas vezes visto como um ato de amor pela doutrina que pela sua validade se justifica. Como torturar, colocar na fogueira e matar em nome de Deus. Todos atos abomináveis que possuem santos que isto praticaram em diversas religiões! Assim, seja por ideal, ou por doença, vaidades, interesses escusos, dinheiro, ganho de posição, pessoas tem mentido através da história da humanidade através dos tempos.
Os crentes, normalmente, desejam crer. Assim, provas que refutam a suas alegações milagrosas são sumariamente rejeitadas, apenas mantendo as que alegam veracidade. É assim com homeopatia, como é com os milagres que desejam acreditar. Um teste de carbono 14 é desconsiderado pelo crente no Sudário de Turim, mas uma falsa prova, como a alegação que “ressuscitação” provoca irradiação e marca o pano é considerado real. Claro que nunca houve na história nenhum animal ou corpo que ressuscitou, e a falta de um corpo não é prova disto, principalmente por aqueles que querem que se acredite no milagre. Mesmo assim, acreditam na alegação fantasiosa.
Na Idade Média, a fabricação de relíquias teve um grande incentivo. Ossos de alegados santos, sudários, e milagres eram vendidos amplamente. A leste de Roma, bem próximo ao mar Adriático, encontra-se a cidade de Lanciano (antiga cidade de Anxanum romana), pequena cidade italiana. Ali nasceu Longino, o centurião que deu o golpe de lança no lado de Cristo crucificado para saber se Ele estava vivo (modo estranho para fazer isto!) e que, posteriormente, por complexo de culpa, se converteu ao cristianismo.
No Século VIII, havia naquela localidade, mosteiro de São Legoziano os Monges de São Basílio, um monge basilicano que passou a duvidar da presença real de Cristo na Eucaristia, ou seja, duvidou que houvesse transubstanciação das frações do pão e do vinho ao Corpo e Sangue de Cristo, no ato da consagração.

A situação do mundo naquela época não lhe favorecia em nada. Havia muitas heresias disseminadas em todas as partes, as quais eram acolhidas por leigos e pessoas da Igreja. Diversos Bispos e Sacerdotes aceitavam aquelas doutrinas sem uma maior e mais profunda reflexão. Então imperava uma terrível confusão de idéias, que deixavam dúvidas nas mentes de muitos fieis e religiosos, resultando um grande mal-estar e incompreensões no seio da Igreja. Durante uma celebração da Missa, foi surpreendido por gotas de sangue caindo sobre o altar, de costas para o povo (como as Missas eram celebradas antigamente) enquanto em suas mãos a Hóstia elevada “transformou-se” em carne viva, um círculo de carne em torno do pão. O vinho do cálice, transformou-se em sangue visível. Depois de alguns minutos, voltando-se para os fieis que não sabiam o que acontecia e aguardavam com expectativa e ansiedade, falou:
“Ó testemunhas afortunadas, a quem o Santíssimo DEUS, para destruir a minha falta de fé, quis revelar-SE a SI Mesmo neste Bendito Sacramento e fazer-SE visível diante de nossos olhos. Venham irmãos, venham todos e maravilhem-se com o nosso DEUS tão próximo de nós. Venham contemplar a Carne e o Sangue de nosso Amado CRISTO”.
Ou seja, ele foi o único a “ver” as coisas acontecerem! Além do inusitado histórico, não se sabe o nome do mesmo, que teria "recebido" esta graça nunca recebido por outros crentes que duvidam todos os dias! Uma pessoa que tinha tanta importância para Jesus que não se sabe quem era e que vida levou! Pode?

Materialização em uma sessão espírita comprovada por Chico Xavier (à direita) e referendada por médicos espíritas!
O Santo Sudário: Quando os olhos vêem mais que a razão!